artes visuais

Corporific.ações (Galeria Kogan Amaro)

A exposição Corporific.ações traz para a discussão, trabalhos dos quais colocam em pauta o processo e o gesto de desconstrução da ideia sobre o corpo universal, assumindo desse modo, a corporalidade propositora no que diz respeito as potencialidades na sua criação de subjetividades como gênero, aspectos ancestrais, raciais bem como identitárias. Clique para ver as… Continuar lendo Corporific.ações (Galeria Kogan Amaro)

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A Representação da ausência nos vestígios de ação

Clique aqui para ler o artigo Partindo das questões sobre arte e política e da potência das imagens colocadas por Jacques Rancière e Georges Didi-Huberman, o presente artigo propõe a discussão sobre as formas de representação da ausência a partir de trabalhos entendidos como vestígios de ação. Esses trabalhos, ao invés de trazer a imagem… Continuar lendo A Representação da ausência nos vestígios de ação

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Arquivo e efemeridade: formas de permanecer o efêmero no coletivo 3NÓS3

Clique aqui para ler o artigoBaixar O presente artigo, propõe discutir as relações de poder referente aos modos de permanência de trabalhos de arte efêmeros a partir da análise da produção do grupo 3NÓS3. Mesmo entendendo a importância política de aceitar a prática da performance como uma alternativa na forma de conhecimento (incorporado) que opõe… Continuar lendo Arquivo e efemeridade: formas de permanecer o efêmero no coletivo 3NÓS3

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Haruo Ohara. “Enxada no ar”

Enxada no ar, 1948 Provavelmente ele estava agachado no chão, enquadrando a imagem para que pudéssemos ter toda a atenção para esse objeto tão importante para o trabalhador da roça: a enxada. A política na arte, já mencionou Rancière em grande parte de seus textos, se encontra a partir das fissuras que a imagem pode… Continuar lendo Haruo Ohara. “Enxada no ar”

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Sintropia e os anti-monumentos

Sintropia e os anti-monumentos. Diante do trabalho de Jaime Lauriano, intitulado ‘nessa terra, em se plantando, tudo dá’ (2015), observamos uma estrutura de madeira geométrica com luz, reservatório de água, fertilizante, terra e uma muda de pau-brasil. A árvore, símbolo da colonização dos portugueses no Brasil, cresce conforme o tempo e se encontra dentro de… Continuar lendo Sintropia e os anti-monumentos

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A potência política nos vestígios de performance.

(leia aqui.) RESUMO Neste artigo, aponto para uma discussão em decorrência das possíveis potencias políticas envolvidas nos objetos que restam das ações de performances realizadas. Baseado nas ideias que relacionam o estético e político na obra de Rancière, observo nos trabalhos do artista visual de Salvador, Tiago Sant’Ana - dos quais ele se utiliza dos… Continuar lendo A potência política nos vestígios de performance.